Em ano eleitoral pesquisas eleitoreiras são feitas a exaustão(estima-se que este mercado movimente até 200 milhões/ano), mas o que poucos sabem é que, em sua maioria, os intitutos utilizam amostragem não-probabilística e divulgam seus resutados com margem de erro, nivel de confiança... ou seja, argumentos probabilisticos.

A enooorme diferença entre a amostragem probabilística e não-probabilística é a seguinte:
Para a amostragem probabilística, aleatoriedade é uma característica do processo de seleção, na amostragem não-probabilística, uma suposição(
há um pressuposto de que há uma distribuição uniforme das características da população. Isto é o que faz com que o pesquisador acredite que se uma amostra é representativa, os resultados irão ser precisos).
Pesa contra a amostragem não-probabilística:
- não
há maneiras de estimar a probabilidade de qualquer elemento que está sendo incluídas na amostra
- não é possivel estimar a variabilidade ou identificar possíveis tendências
- como não foram utilizados conceitos probabilísticos, sua generalização é questionável
- permite comentários descritivos sobre a própria amostra são desejados
- são rápidos, baratos e convenientes(pressa é um dos fatores imprescindíveis para uma ótima pesquisa durante um ano eleitoral)
- inviabilidade da realização de amostragem probabilística
- permite testar questionários e alguns estudos preliminares durante a fase de desenvolvimento de uma pesquisa.
Sendo assim, os institutos fazem suposições indevidas para calcular o tamanho da amostra e selecionam seus entrevistados de forma não-probabilística(geralmente por quotas...).
Antes que alguém me pergunte como isto continua a acontecer, pois tais suposições são indevidas, e pq nenhuma autoridade estatística toma alguma atitude(os conselhos so servem para cobrar mensalidade segundo boatos...), ouso responde-los: FALTA CONHECIMENTO ESTATÍSTICO DOS CLIENTES E DA POPULAÇÃO EM GERAL! SIMPLE AS THAT!
Para ler mais sobre amostragem não-probabilística visite este site da Statican - 'O IBGE do Canadá'.
Ou se quiser ter uma melhor ideia da crítica feita pelos amostristas probabilistas aos não-probabilistas, veja este artigo interessantíssimo do Professores José Ferreira de Carvalho(Statistika) e do Cristiano Ferraz(UFPE).
Um abraço probabilistico!
"- Ela não está feliz com você!
- Ninguém casado é feliz, seu idiota."
Diálogo entre Simmons e Clarke em Funny People.

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